sábado, 24 de maio de 2014

Batalha de Tuiuti
Por Felipe Araújo
 
A Batalha de Tuiuti foi o maior combate da Guerra do Paraguai  e da América Latina. Aconteceu em 1866, em uma área do território paraguaio envolvida por pântanos e matagais. No embate, estavam envolvidos Brasil, Argentina e Uruguai, que formavam o grupo dos aliados (Tríplice Aliança); e o exército de mais de 20 mil soldados do Paraguai,  que atacaram um acampamento dos aliados.
Findadas as batalhas do Passo da Pátria e do Estero Bellaco, a Tríplice Aliança, comandada pelo argentino Bartolomeu Mitre, avançou sorrateiramente no território dos paraguaios, até então desconhecido, já que naquela época não existiam mapas precisos sobre a área. Além disso, os aliados não tinham nenhumainformação sobre a força bélica paraguaia.
Solano López, militar paraguaio e presidente vitalício, acreditava que uma esmagadora vitória seria capaz  de empurrar os aliados de volta ao rio Paraná, decidindo a guerra a favor de seu país. Mas seus soldados não eram tão otimistas quanto à possibilidade de vencer o inimigo, visto que, nas fileiras da Tríplice Aliança, havia um maior número de combatentes.
Além disso, o terreno do Tuiuti era mais adequado à defesa, pois os aliados acamparam nos pântanos ao redor do lado Tuiuti. Porém, desacreditando do exército dos aliados e com excesso de confiança, López reuniu o maior contingente de tropas que conseguiu e iniciou o ataque.
Por volta das 11 horas, a batalha começou e teve duração de aproximadamente seis horas. As tropas paraguaias atacaram distribuídas em três colunas. Primeiro ao centro, com quase cinco mil homens que se lançaram sobre a guarda aliada (composta por três batalhões de soldados uruguaios tropas de reforço brasileiras). Já pelos flancos, cada força de combate paraguaia tinha cerca de nove mil homens. Eles tentaram realizar uma estratégia de cercar o Exército Imperial brasileiro e o Exército de Bartolomeu Mitre pelas laterais do acampamento.
Na área de combate dos aliados, houve confusão, falta de comando superior (Mitre estava ausente), imprudência e risco de derrota em diversos momentos do embate. Mas, com a superioridade numérica, o desgaste das lutas e a iniciativa bélica dos batalhões, companhias e brigadas – aos poucos a batalha e se tornou exatamente o oposto do que apresentava inicialmente, com os aliados em uma iminente vitória sobre os paraguaios. Uma importante personalidade da batalha foi o 
General Osório, militar brasileiro que interveio estrategicamente na luta. Osório assumiu o posto de comandante chefe na Batalha do Tuiutí, sendo seu ícone mais lembrado.
batalha de tuiuti2
Segundo relato do brasileiro Dionísio Cerqueira:
“Os Batalhões avançavam; a Artilharia rugia rápida, a revolver; era um contínuo trovejar. Parecia uma tempestade. Cornetas tocavam a carga; lanças se enristavam, cruzavam-se baionetas, rasgavam-se os corpos sadios dos heróis; espadas brandidas a duas mãos, como os montantes nos pares de Carlos Magno, abriam crânios, cortavam braços, decepavam cabeças”.

Consequências

O fim da batalha deixou uma marca de sangue que assusta a América Latina até hoje. A vitória foi dos aliados e o número de mortes não é preciso, variando de fonte em fonte. Apesar disso, todas as pesquisas mostram que a Batalha do Tuiti foi o túmulo do exército paraguaio. As baixas estimadas foram de aproximadamente seis mil homens, entre a artilharia do fronte e os generais. Capturados, feridos e mutilados chegam a seis mil soldados. Algumas unidades foram aniquiladas por completo, como o 40° Batalhão de Infantaria.
Já entre os soldados da Tríplice Aliança, as baixas (mortos+feridos) estimadas passam da casa dos quatro mil combatentes. Só no exército do Brasil estimula-se entre 719 e 736 mortos, além de 2.292 feridos. Entre os que morreram encontrava-se o general Antônio de Sampaio. No exército Argentino, as baixas foram de 126 mortos e 480 feridos. No Uruguai, 133 mortos e 299 feridos.
Diante deste panorama de destruição, no fim da guerra, os aliados continuavam a possuir uma força de combate com certa significância, ao contrário de López que, a partir dali, nunca mais teve forças para armar tropas daquela magnitude a dar início a novos combates, tamanho foi o número de mortes dos paraguaios.
Então, as tropas aliadas firmaram-se em território paraguaio com firmeza. Sem condições para revidar, nem por terra nem por vias marítimas, Solano López resistiu entre Fortaleza de Curupaiti e Fortaleza de Humaitá, local onde estava entrincheirado. Mesmo com as baixas e o fim de grande parte de seu exército, a esperança de Solano ainda era, com isso, desgastar as forças inimigas.
Fontes:
http://www.legiaodainfantariadoceara.org/leginf_bicent_batalha_tuiuti_texto.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Tuiuti
http://mundoestranho.abril.com.br/historia/pergunta_286745.shtml
http://www.tiosam.com/?q=Batalha_de_Tuiuti
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Lu%C3%ADs_Os%C3%B3rio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Solano_L%C3%B3pez

sábado, 1 de março de 2014

Governo anuncia aumento no salário de cubanos do Mais Médicos
Paula Laboissière - Agência Brasil28.02.2014 - 13h36 | Atualizado em 28.02.2014 - 17h39
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, anunciou hoje (28) um reajuste salarial de 25% para os profissionais cubanos que trabalham no Brasil por meio do Programa Mais Médicos. A partir de março, eles vão passar a receber US$ 1.245.
O salário dos cubanos, atualmente, consiste em US$ 400, pagos pelo governo brasileiro, e US$ 600, pagos pelo governo cubano e retidos em uma conta no país. O aumento anunciado pela pasta, portanto, é US$ 245, sendo que o valor total, a partir de agora, será pago no Brasil.
INCORPORAR:
Segundo Chioro, a negociação com a Organização Panamericana de Saúde (Opas) e com o governo cubano para estabelecer o reajuste salarial já estava em andamento quando ele assumiu o comando da pasta, no início do mês de fevereiro. Houve, de acordo com o ministro, uma determinação da presidenta Dilma Rousseff para que o valor pago aos profissionais cubanos fosse revisto.
Chioro fez questão de ressaltar que não houve aumento dos valores repassados pelo governo brasileiro pela cooperação internacional. “Não vamos gastar um centavo a mais. Vamos continuar pagando o mesmo valor”, disse. O que houve, segundo ele, foi uma alteração nos valores acordados no contrato com o governo cubano.
Chioro rebateu a ideia de que o anúncio do reajuste seria uma resposta à pressão de médicos cubanos como Ramona Rodríguez, que abandonou o programa. “Não há, da nossa parte, nenhuma questão que envolva diretamente pressão dos próprios médicos cubanos, muito menos daquela profissional. Não é o que nos mobiliza. O que nos mobiliza é a necessidade de aprimorar.”
Atualmente, 7,4 mil médicos cubanos atuam no Brasil por meio do Mais Médicos.
Editor: Lílian Beraldo
Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Roberto Jefferson, delator do mensalão, é preso no Rio de Janeiro

STF enviou mandado de prisão para a Polícia Federal no fim da manhã.
Ex-deputado deve ser conduzido para superintendência da PF no Rio.

Do G1, em Brasília
 
Viatura da Polícia Federal à espera de Roberto Jefferson na tarde desta segunda-feira (Foto: Leonardo Lourenço/TV Rio Sul)Carro da Polícia Federal à espera de Roberto
Jefferson na tarde desta segunda-feira
(Foto: Leonardo Lourenço/TV Rio Sul)
A Polícia Federal informou nesta segunda-feira (24) que o ex-deputado e delator do mensalão, Roberto Jefferson, foi preso. O Supremo Tribunal Federal (STF) havia determinado a prisão na sexta-feira (21), mas a polícia ainda aguardava receber o mandado com a ordem, o que ocorreu no fim da manhã desta segunda.
A PF informou por meio de sua conta no microblog Twitter que recebeu do STF o mandado de prisão. Também pelo Twitter a PF disse que Jefferson se apresentou a policiais federais em sua casa, na cidade de Levy Gasparian, no sul do Rio. Até a última atualização desta reportagem, Jefferson ainda não tinha deixado a sua casa. Ele deve ser levado pelos agentes para uma superintendência da PF no Rio.
Jefferson foi condenado no processo do mensalão a  7 anos e 14 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele mora em Levy Gasparian, no interior do estado Rio, e deve ser levado para a superintendência da Polícia Federal na capital do estado.
Ao longo do fim de semana, agentes da polícia federal fizeram plantão em frente à casa de Jefferson. O ex-deputado chegou a oferecer a impressora para os agentes caso precisassem imprimir o mandado de prisão. No domingo (23) pela manhã, Jefferson saiu para um passeio de moto, que durou cerca de três horas e meia. Ao voltar para casa, ele disse aos jornalistas que estava "desfrutando" os últimos momentos de liberdade.

Mandado de prisão de Roberto Jefferson (Foto: Cibele Moreira/TV Rio Sul)Mandado de prisão de Roberto Jefferson (Foto: Cibele Moreira/TV Rio Sul

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014


MIRO TEIXEIRA CONCORRERÁ AO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

O PROS e o PSB se acertaram no Rio. O deputado Miro Teixeira concorrerá ao governo e Romário ao Senado. (Panorama Político - 13-02-2014 (O Globo - Ilimar Franco)

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candidato de Eduardo Campos no Rio
Miro Teixeira pode ser o candidato de Eduardo Campos no Rio
 

Miro Teixeira pode ser o candidato de Eduardo Campos no Rio

12 de fevereiro de 2014 19:00 por: Categoria: Anna RamalhoPolítica 
O deputado federal Miro Teixeira (PROS-RJ) tem conversado com a ex-senadora Marina Silva para ser o candidato do PSB/Rede no Rio de Janeiro e, assim, dar palanque a Eduardo Campos no estado. A avaliação dos envolvidos nas negociações – além do PSB e do PROS, o PPS também integraria a chapa – é que o apoio de Marina, muito bem votada em 2010 pelos fluminenses, poderia desequilibrar a balança e viabilizar Miro.


TERÇA-FEIRA, 14 DE JANEIRO DE 2014

 
   MIRO TEIXEIRA NO FACEBOOK     


Miro Teixeira é o pré-candidato a Governado do RJ, apoiado por Marina Silva que obteve 2.693.130 de votos no Estado, quase 1/3 (31,52%). Ainda poderá receber, também, apoio do PSB, partido do Governador Eduardo Campos, seu provável companheiro de chapa, ao qual ela também esta filiada, cuja sinergia, certamente, potencializará seu desempenho eleitoral em terras fluminenses.



 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Panorama Político -04-02-2014 (O Globo - Ilimar Franco)
Compasso de espera
               A presidente Dilma não bateu o martelo com o PMDB ontem à noite. Além do vice Michel Temer, passaram por lá os presidentes Renan Calheiros e Henrique Alves. O vice Michel Temer apresentou o nome do senador Vital do Rego (PB) para os Portos. O partido manteria a Agricultura, ganharia Ciência e Tecnologia, e abriria espaço para o PTB ocupar o Turismo. Dilma só vai fechar depois de acertar com todos os aliados.
O tricô da reforma ministerial
O vice Michel Temer conversou por mais de três horas ontem com a presidente Dilma para acertar a presença do PMDB no governo. À noite, o presidente do Senado, Renan Calheiros, foi chamado ao Planalto. Na mesa, a nomeação de Vital do Rego para Portos. “Os senadores e os deputados apoiam o Vital", disse o presidente da Câmara, Henrique Alves. Pela manhã, Benito Gama, presidente do PTB, pediu a Temer para o PMDB abrir mão do Turismo. Alegou que eles não tinham nomes para Ciência e Tecnologia. O líder Eduardo Cunha avalizou: “A Câmara quer as duas pastas, não importa qual". A expectativa era a de que a presidente Dilma batesse o martelo.
A reforma política é uma unanimidade estática. Todos são favoráveis mas ela não deslancha no Congresso

Renan Calheiros
Presidente do Senado (PMDB-AL)

Acertando as contas
O Planalto trabalha junto aos senadores para tirar da pauta a troca do indexador na renegociação das dívidas dos estados. A presidente Dilma criou uma força tarefa, com a presença da pasta da Fazenda, para o assunto voltar para a gaveta.

Um dinheiro aí
Petistas ligados a José Dirceu preparam uma mobilização para ajudá-lo a pagar a multa de sua condenação. Será feito um mutirão por doações. Seu caixa já teria R$ 500 mil, da arrecadação feita por Delúbio Soares. A multa de Dirceu é de R$ 971 mil. Os recursos que sobrarem da mobilização irão para o Fundo de Melhorias do Sistema Prisional.
Sempre sobra mais um
O governador Cid Gomes (PROS) e o PT deram um chega para lá no PMDB e no PCdoB do Ceará. Cid vai indicar o nome para sucedê-lo. O líder do PT, deputado José Guimarães, vai ao Senado. O senador Inácio Arruda (PCdoB) está esperneando.
O placar da convenção
Um dirigente do PMDB, experiente nos embates partidários, fez as contas sobre o resultado de uma convenção sobre o apoio à presidente Dilma. Seu prognóstico é o de que a aliança como PT pela reeleição teria hoje cerca de 564 votos, a bancada da oposição teria por volta de 202 votos e 92 convencionais estariam indefinidos.

Pena casada
O presidente do STF, Joaquim Barbosa, está aguardando o resultado da perícia sobre a saúde de José Genoino (PT), para decidir também sobre a prisão de Roberto Jefferson (PTB). Ambos, por questões de saúde, reivindicam prisão domiciliar.
A trincheira da indústria
As 27 federações estaduais e 70 associações setoriais da indústria se reúnem hoje na CNI. Vão fechar a pauta legislativa. Nela: o fim do adicional de 10% do FGTS, contra a adoção da Convenção 158 da OIT e a regulamentação da terceirização.

CITADA para assumir Direitos Humanos, a ministra Eleonora Menicucci diz que “é forte candidata a completar a gestão na Secretaria das Mulheres”.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Dilma estuda dar sexto ministério ao PMDB para assegurar apoio

  
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A presidente Dilma Rousseff tem sido aconselhada por interlocutores a rever sua posição e dar o sexto ministério ao PMDB. O objetivo é evitar rebeliões no partido, estratégico ao projeto de reeleição.
Dilma voltou de Cuba nesta quarta-feira (29) disposta a retomar as negociações para a última reforma ministerial do mandato.
Integrantes do governo se mostravam pessimistas com a ida do empresário Josué Gomes para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Nos últimos dias, Dilma foi avisada das dificuldades dele em deixar a Coteminas, empresa de sua família.
Assim, a pasta pode ser usada para contemplar um aliado ou acomodar alguém da cota pessoal da presidente.
Dilma tem três destinos possíveis para aliados: além do Desenvolvimento, o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Secretaria de Portos.
Prevalecendo a ideia de dar o sexto ministério ao PMDB, a sigla poderia ser alojada tanto na primeira quanto na segunda pastas. Com isso, Portos poderia acomodar o PTB, cujo indicado é Benito Gama.
Relações Institucionais, responsável pela articulação política o Congresso, tende a continuar com Ideli Salvatti.
Um dos cotados para a Educação é Henrique Paim, secretário-executivo do órgão. O governador Cid Gomes (Pros-CE), patrocina o nome de Maria Izolda Cela de Arruda Coelho, sua secretária de Educação, para o posto.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

sente “livre”
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RIO — O PT vai se antecipar ao governador do Rio, Sérgio Cabral, e entregará hoje mesmo os cargos que mantém no governo estadual. Na madrugada de sábado, como antecipou o site do GLOBO, Cabral enviara ao presidente regional do PT, Washington Quaquá, um e-mail comunicando sobre a exoneração dos petistas, que seria feita na próxima sexta-feira. Hoje, Quaquá toma café da manhã com o governador, no Palácio Guanabara. Já vai com a lista dos petistas.
— A gente está querendo sair há muito tempo. Mas houve uma movimentação do governador junto ao Palácio do Planalto e ao PT nacional, para impedir. Sempre colocava em xeque uma ameaça de rompimento da aliança nacional com o PMDB. Mas agora o governador entendeu que é irreversível. Que exonere logo. Não queremos que fique mais ninguém do PT — disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), pré-candidato ao governo.
Quaquá calcula que o número de cargos seja de 200. Saem os secretários Carlos Minc (Meio Ambiente) e Zaqueu Teixeira (Assistência Social). O presidente do PT, que chegou a defender um aliança com o PMDB, com Lindbergh à frente da chapa, agora vê como impossível tal composição. Ele afirma que o rompimento no Rio não afetará a aliança nacional com o PMDB.
— Para nós, a saída deveria ter sido em novembro. Ficamos para atender a um pedido da direção nacional. Esse e-mail do Cabral recebemos com alegria. Até ajuda a gente. Mas seria até deselegante falar em aliança, acho que está descartada. Temos nosso candidato. Eles têm o deles (o vice-governador Luiz Fernando Pezão). — diz Quaquá, afirmando que, desde a eleição de Lula, o PT conquistou o “eleitorado da massa popular”, e que é hora de atrair esse eleitores também no Rio.
Cabral tomou a decisão irritado com a decisão do PT de antecipar de 31 de março para 28 de fevereiro a saída do governo. Cabral soube por e-mail, meia hora antes, que aconteceria o encontro formalizando a decisão, no último dia 17, na sede do Sindicato dos Bancários, no Rio. Ali, Lindbergh já intensificara suas críticas ao governador. A decisão abre espaço no governo para novos aliados, como o Solidariedade, do deputado federal Paulinho da Força (que ocupará a Assistência Social).
Segundo Cabral, na última reunião das cúpulas do PT e do PMDB, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria deixado claro que não interferiria mais no Rio, como em outros tempos (em 1998, a direção nacional fez uma intervenção contra a candidatura de Vladimir Palmeira ao governo).
— Lula disse que não violentaria o Rio outra vez. Estamos muito satisfeitos com o desfecho. É como terminar um casamento ao qual a gente quer dar fim a um bocado de tempo. Estamos livres — disse o senador,