sexta-feira, 11 de março de 2011
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Este Blog estará sempre atualizado, qualquer que seja a data que aparece acima, pois a atualização ocorre automaticamente, nas respectivas fontes, inclusive nos momentos em que você o acessa ou esteja lendo.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Gafe em novela da Globo reacende debate sobre mudança do nome de Mato Grosso do Sul
Vinícius Squinelo
Mais uma confusão envolvendo os nomes dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso causam revolta na população do estado de MS. No capítulo da última sexta-feira (21) da novela Insensato Coração, um diálogo entre as personagens Luciana (Fernanda Machado) e Pedro (Eriberto Leão) deu a entender que a cidade sul-mato-grossense de Bonito, a mais importante riqueza turística da região, ficaria no Mato Grosso.
A Fundação de Turismo do Estado enviou uma carta a Gilberto Braga, autor da novela da Rede Globo, pedindo “possíveis reparações, pois a cidade de Bonito está situada em Mato Grosso do Sul e não no Mato Grosso como deu a entender no diálogo”.
Não é a primeira vez que o autor Gilberto Braga troca as bolas com MT e MS. Em 2004, durante a novela Celebridade, a personagem de Malu Mader também iria para “Bonito, Mato Grosso”.
Ainda segundo a carta, assinada pela diretora-presidente de Turismo Nilde Brun, “essa informação equivocada gera prejuízos ao Estado e aos turistas que, mal informados, vão procurar a cidade de Bonito no Estado de Mato Grosso.”
Infelizmente, essa troca entre MS e MT não é incomum. Além de novelas, telejornais e até mesmo o então presidenciável José Serra (PSDB), durante campanha eleitoral de 2010, acabam se enganando com a geografia nacional. Porém essa confusão não fica só na revolta do sul-mato-grossense, o estado acaba também por perder dinheiro.
Sérgio Longen, presidente da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de MS), acredita que um novo nome traria maiores investimentos para o estado.
“O turismo e todo setor econômico sofre com a constante confusão entre os dois estados. Se MS trocar de nome, teríamos como melhorias uma maior visibilidade, identidade”, afirmou Longen.
O representante ainda ressaltou que a indústria seria uma das maiores beneficiadas, e que todos os setores de produção ganhariam com a mudança.
Plebiscito
O deputado estadual Antônio Arroyo (PR) apresentou, no início de 2010, um Projeto de Lei estabelecendo as regras e normas para se fazer um plebiscito em Mato Grosso do Sul.
“Primeiro precisamos estabelecer as normas para realizar esse tipo de votação, para depois termos, provavelmente junto com uma eleição, o plebiscito que irá ver se a população quer ou não a mudança do nome do Estado”, afirmou o deputado.
Ainda segundo Arroyo, o projeto recebeu certa resistência ano passado. Porém o parlamentar garantiu que irá conversar com os novos e antigos deputados para aprovar a proposta.
| Bom Blog Tour |
| Aquário natural, uma das riquezas naturais da cidade de Bonito, qie fica em Mato Grosso do Sul |
O nome indicado por Arroyo, que é amplamente a favor da mudança, é Estado do Pantanal. A sigla era outro grande problema de propostas anteriores. Algumas autoridades queriam que fosse PT. Porém, essa nomenclatura poderia se associar ao Partido dos Trabalhadores.
“A sigla tem que ser PN, porque PA já é Pará, então a próxima letra é o N e não o T”, afirmou Arroyo.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Relatório do SNI diz que primeiro-secretário da ALMS “apoiava” corrupção desde 1988
Nicanor Coelho, de Dourados
Documentos do antigo SNI (Serviço Nacional de Informações) catalogados no Arquivo Nacional em Brasília comprovam que Ary Rigo no ano de 1988 “apoiou” esquema de corrupção para a construção de uma creche no município de Sidrolândia.
Rigo que agora é o pivô de uma das maiores crises políticas vividas pelo estado de Mato Grosso do Sul desde a sua criação em 1977, em 1988 usou de sua “influência” como deputado estadual para impedir a publicação de reportagem no antigo jornal Diário da Serra sobre o episódio de corrupção na construção da creche.
A HISTÓRIA
Conforme os documentos em 1998, a Prefeitura de Sidrolândia foi agraciada com recurso, a fundo perdido, concedido pela Secretaria de Planejamento e Coordenação da Presidência da República, para a construção de uma creche no bairro São Bento.
Ao mesmo tempo, o então deputado federal Saulo Queiróz (PFL-MS) solicitou novos recursos, também a fundo perdido, estes do Fundec, administrado pelo Banco do Brasil, para aplicação na construção da mesma creche.
Uma denúncia foi feita na época por Brígido Ibanhes, funcionário do Banco do Brasil que, depois disso, conforme o documento do Arquivo Nacional passou a ser perseguido pelo gerente da agencia local do banco Augusto Bernardo Guedes da Fonseca Neto, posteriormente nomeado prefeito da cidade de Mundo Novo.
O documento no SNI diz que “no dia 16 de julho de 86 a Secretaria Especial de Ação Comunitária (SEAC), ligada diretamente à Presidência da República, enviou oficio SEAC-CF 292/86 à Agência do Banco do Brasil de Sidrolândia, determinando a abertura de uma conta especial para o repasse de recursos previstos no Convênio 847/86 e em nome da Prefeitura daquele município.
Isto sem especificar as quantias do financiamento a fundo perdido e que eram destinadas à construção de uma creche na Vila São Bento.
Assim, diante de tais recursos, João Lemes de Souza, prefeito municipal pelo PFL iniciou a construção da mencionada obra que, atualmente está concluída, tendo os trabalhos terminado há cerca de cinco meses”.
Logo depois destes fatos devido à atuação do deputado Saulo Queiróz, “com a interveniência de Augusto Bernardo Guedes da Fonseca Neto, foi solicitada à Associação de Desenvolvimento Comunitário da Vila São Bento a apresentação de um Plano de Desenvolvimento Comunitário Integrado - PDCI”.
Neste “PDCI” foi especificada a construção de uma creche com 299,93 metros quadrados para atender trinta crianças, fornecimento de água tratada além de outras benfeitorias. Conforme os documentos ficou “estabelecido que o Fundo de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC), participaria com CZ$ (Cruzados) 2.768.376,00; o Governo do Estado com CZ$ 811.388,00; a Prefeitura de Sidrolândia contribuiria com a importância de CZ$ 203.000,00. Somente o PDCI foi assinado, não ocorrendo o mesmo com o contrato, o que possibilitaria a liberação dos recursos”.
Os documentos que estão em posse de Brígido Ibanhes dizem que “após isto ocorrido, a agência do Banco do Brasil propôs um novo projeto àquela associação agora com outras características que incluía a aquisição de equipamentos para maternidade e construção de creche no valor de CZ$ 3.545.946,00”. Este novo contrato não foi assinado já que a Associação comunitária contava com um novo presidente José Hauser que justificou sua atitude alegando “não pretender que a Associação se tornasse um meio de manobras escusas”.
Brígido Ibanhes, que era um dos líderes comunitários da Vila São Bento, por se opor à possível utilização indevida de verba do Fundec acentuou que chegou a receber proposta de suborno por parte do gerente da agência do Banco do Brasil Augusto Bernardo Guedes da Fonseca Neto. Segundo Brígido, o então prefeito chegou a propor que ele fosse candidato a vereador “já que o Fundec garantiria o lançamento de sua candidatura”.
Conforme os documentos do Arquivo Nacional, a creche da Vila São Bento foi construída com recursos da SEAC. Já os recursos vindos do Fundec, para a mesma finalidade só seria liberados se os membros da diretoria da associação de moradores concordassem em assinar o contrato. O documento salienta que “o Fundec foi instituído para beneficiar, exclusivamente, comunidades rurais carentes, com até 10 mil habitantes. O que não é o caso da Silva São Bento em Sidrolândia, já que a mesma está inserida dentro do perímetro urbano”.
Brigido Ibanhes conta no documento que está no Arquivo Nacional que no dia 28 de junho de 1988, já sofrendo ameaças veladas de sentido psicológico “sendo observado atentamente por desconhecidos perto de sua residência e ser perseguido por carro com chapa oficial da Prefeitura” resolveu denunciar os fatos à imprensa de Campo Grande. Brígido procurou o extinto jornal Diário da Serra onde houve pré-disposição para publicar a denuncia de corrupção na construção da creche.
Segundo dados que constam no documento, o então deputado federal Gandi Jamil “acompanhado de seguranças, esteve na redação do jornal onde interferiu para a não publicação dos fatos”. Na página cinco do documento consta que “o deputado estadual Ary Rigo, do PFL-MS, na ocasião em que o deputado Gandi Jamil interferiu junto ao Diário da Serra para que as denúncias não fossem publicadas, telefonou ao jornal com mesmo objetivo”.
Na época, por conta da polêmica, o superintendente do Banco do Brasil, Syrlei Mendes Nogueira determinou a suspensão do processo entre o Fundec e a Associação de Desenvolvimento Comunitário da Vila São Bento e “um estudo mais detalhado” sobre o caso. Os fatos envolvendo a construção da creche foram publicados em 1988 apenas no jornal Centro Sul.
O documento do SNI conclui que, pelos fatos evidenciados, “fica caracterizada a tentativa de desviar recursos provenientes do Fundec” e encerra afirmando que “não estão claras as razões, que levaram os deputados Federal Gandi Jamil George e Estadual Ary Rigo, ambos do PFL, a interferirem pela não veiculação do episódio por parte do Diário da Serra”.
O SNI
O SNI (Serviço Nacional de Informações) foi criado pela lei 4341 em 13 de junho de 1964 pouco mais de dois meses depois do Golpe Militar com o objetivo de supervisionar e coordenar as atividades de informações e contrainformações no Brasil e no exterior.
Foram incorporados ao SNI na data de sua criação o SFICI (Serviço Federal de Informações e Contrainformações) criado em 1958 e a JCI (Junta Coordenadora de Informações) de 1959. O SNI foi extinto em 1990 e em seu lugar foi criada em 1999 no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência).
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A aurora boreal cada vez mais intensa
A aurora boreal, fenômeno luminoso que ocorre no pólo Norte geralmente na época dos equinócios, está se intensificando desde 2007 e deve atingir o ápice de luminosidade em 2012, segundo a Nasa
Barcroft Media
Em 2012, espera-se que as luzes da aurora possam ser vistas até a latitude de Roma
O fotógrafo islandês Orvar Thorgiersson, 35, está registrando a evolução do fenômeno. "Agora há dias em que as luzes são tão claras que você pode ler um livro à noite. Elas são mais claras que a lua", diz.
O evento será causado pelo máximo solar, período em que o campo magnético no equador do sol roda num ritmo ligeiramente superior ao dos seus pólos.
O ciclo solar leva em média 11 anos entre um máximo solar e o outro.
O último máximo solar ocorreu em 2000. Segundo a Nasa, o próximo, que ocorrerá em 2012, deve ser o maior desde 1958, quando a aurora boreal surpreendeu os habitantes do México com três ocorrências.
Em 2012, espera-se que as luzes da aurora possam ser vistas até a latitude de Roma. No entanto, caso seja de fato tão intenso, o fenômeno poderá causar problemas a telefones celulares e sistemas de GPS pela liberação de energia num grau mais elevado.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Inteligência do MPE-MS investiga patrimônios de Osmar Jerônymo e Edson Girotto
Midiamax News
Celso Bejarano
O Daex (Departamento Especial de Apoio às Atividades de Execução), um dos setores da inteligência do Ministério Público de Mato Grosso do Sul examina uma pilha de papéis com a missão de apurar as supostas irregularidades nos patrimônios dos dois mais influentes secretários do governo de André Puccinelli, do PMDB.
A investigação, tocada a pedido da 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social e das Fundações, de Campo Grande, implica o secretário da Casa Civil Osmar Domingues Jerônimo e o ex-secretário de Habitação, hoje deputado federal eleito Edson Girotto, do PR.
A dupla atua ao lado de Puccinelli desde 1997, quando o peemedebista assumiu a prefeitura de Campo Grande pela primeira vez.
Na apuração preliminar, registrada sob o número 057/2009, assim aparece como motivo a análise dos documentos que afetam o chefe da Casa Civil do governo de Puccinelli, Osmar Jerônimo: “apurar eventual ato de improbidade administrativa por parte do Secretário de Estado de Governo, por ocorrência, em tese, de enriquecimento ilícito por parte do mesmo”.
A denúncia caiu na promotoria em novembro do ano passado por meio de uma carta anônima. Nela, é dito que Jerônymo e o deputado federal eleito, Edson Giroto, “possuem patrimônio incompatível com seus vencimentos”.
Quanto a Giroto, a denúncia narra que ele teria comprado uma fazenda em Rio Negro, município distante 100 km de Campo Grande, pelo valor de R$ 2 milhões e “procedido à transferência da escritura pública por R$ 200 mil”.
Já quanto a Jerônymo, a denúncia afirma que o chefe da Casa Civil aumentou em 908% o seu patrimônio e, para a promotoria, a fortuna em questão pode ter crescido por meio de lavagem de dinheiro.
O promotor de Justiça Alexandre Pinto Capiberibe Saldanha, que mexe na denúncia, está em tratamento médico em São Paulo e sua assessoria informou ontem que o telefone dele estava desligado. Ele retorna ao trabalho na sexta-feira.
Já a assessoria de imprensa do Ministério Público Estadual informou que a investigação “segue no Daex”, mas que não poderia tratar do assunto com a imprensa porque é responsabilidade do promotor em divulgar detalhes do processo.
Um questionamento desejado pela reportagem: a razão da demora na apuração, já que a denúncia corre desde novembro do ano passado.
O Daex é composto por engenheiros, arquitetos, economistas, contabilistas e peritos, entre outros especialistas. Muitos deles são funcionários de carreira do MPE, contudo há casos que o profissional é cedido por entidades de classe.
Suspeita
O Midiamax teve acesso ao parecer do Daex acerca do histórico patrimonial de Osmar Jerônimo, que diz: “Diante do exposto, com base nas informações fornecidas nos Autos, pode-se afirmar que foi encontrada incompatibilidade entre as aquisições patrimoniais e os rendimentos auferidos pelo investigado nos anos de 2001, 2005, 2006, 2007 e 2008. Se considerarmos a Renda Líquida conjunta do casal, [a mulher de Jerônimo, uma magistrada, também teve as contas investigadas] bem como a Evolução Patrimonial, a incompatibilidade se revela nos anos de 2001, 2003, 2006, 2007, 2008”.
Note que as supostas irregularidades apontadas pelo Daex ocorrem em anos que Osmar Jerônimo era ora secretário do prefeito Puccinelli ora secretário do governador Puccinelli.
Procurado pela reportagem por meio do telefone celular, entre 11h e 11h30 minutos desta manhã, o deputado eleito não atendeu as chamadas nem retornou o recado deixado na secretária eletrônica do aparelho até a publicação deste material.
Edson Giroto obteve 147 mil votos e conquistou o título de campeão de votos na disputa por vaga na Câmara Federal.
Já o telefone de Jerônimo estava desligado.
O governador André Puccinelli, assim que soube da denúncia, pediu que o caso fosse apurado. Contudo, ele manteve os secretários em seu governo.
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Comentários (7)
| 07/12/2010 18:55 |
| regina brito |
| reginabrito@hotmail.com |
| para que divulgam isto e sai todos esses escandalos e ninquem faz nada PF,CNJ,STJ,isto esta so desmoralizanda vcs ainda mais cada vez mais.porque todo mundo ja sabe que nao vira em nada e a desmorilazaçao de todos e enorme ridiculo.vao devolver o dinheiro que roubaram?e por na cadeia se fosse em outro pais |
| 07/12/2010 18:07 |
| glauber |
| glauberklein@hotmail.com |
| Que bandalheira esse time do Puccinelli heim, será que serão mesmo investigados e punidos...que novidade, conta outra. |
| 07/12/2010 16:27 |
| claudio |
| claudio_ms1@hotmail.com |
| o MPE e muito competente no e espero que tirem esses ladrões do dinheiro público e lógico além de giroto e osmar tem o governador que deve estar junto com esses malefélicos que ja devia estarem presos no presidio federal sem direito a ver pessoas pelo menos uns 50 anos. |
| 07/12/2010 16:06 |
| Edgar |
| hp.moreno@uol.com.br |
| Essa investigação do MPE sobre denúncia de enriquecimento ilícito de Osmar Jerônimo e Edson Girotto não vai dar em nada.O chefe do MPE foi recentemente nomeado pelo André Puccinelli e esses dois indivídiuos são pupilos do governador.O chefe do MPE deve favor político ao governador por sua nomeação, e o gevernador não que que aconteça nada de mau aos seus pupilos.O que achama que vao dar? NADA! |
| 07/12/2010 15:38 |
| Marco Polo |
| m_polo@gmail.com |
| Tornou-se hábito, pelo menos uma vez na semana estoura mais um escândalo envolvendo figurinhas carimbadas neste Estado. Ah! como seria bom se tivéssemos vivendo num país sério, onde a lei, VERDADEIRAMENTE, valesse igualmente para todos os seres mortais...... |
| 07/12/2010 15:08 |
| Felipe |
| felipaocgms@gmail.com |
| Quem vai investigar?? o MPE?? não irá encontrar nada, quer achar coisas erradas somente com o MPF E PF caso contrário é fazer novamente o povo de otários. |
domingo, 28 de novembro de 2010
FALTOU COMIDA, em 2009, para mais de 11 milhões de brasileiros
Em 2009, quase 6% da população brasileira passou fome por não ter recursos suficientes para comprar comida.
Apesar de representar uma melhora em relação aos 8,2% de 2004, significa que 11,2 milhões de pessoas viviam em situação de insegurança alimentar grave no país, segundo o instituto brasileiro de geografia e estatística (IBGE). Cerca de um milhão delas eram crianças de zero a quatro anos.
O conceito de insegurança alimentar grave, usado na pesquisa, significa que a falta de recursos para comprar alimentos acaba afetando até as crianças, que sofrem uma ruptura nos padrões de alimentação ou até a redução da quantidade de alimentos consumidos. A situação também ocorre quando algum indivíduo da família, seja ele criança ou não, fica o dia inteiro sem comer por falta de dinheiro para comprar comida.
Para obter os resultados, o IBGE aplicou um questionário com 14 perguntas aos domicílios entrevistados para a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Os moradores eram requisitados a responder às questões com base na experiência dos três meses anteriores à pesquisa.
Apesar de indicarem que o direito à alimentação adequada, previsto na Constituição, ainda não é integralmente respeitado no país, os dados revelam uma melhora em relação a 2004, data da realização da primeira edição da pesquisa.
65,8%
dos brasileiros foram considerados em segurança alimentar, ou seja, sem preocupações com o acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente.
20,9%
apresentaram insegurança alimentar leve, o que significa que ou eles ficaram com medo de que a comida acabasse antes de terem dinheiro para comprar mais ou tiveram uma alimentação de pior qualidade como forma de garantir o abastecimento na quantidade necessária.
Apesar de representar uma melhora em relação aos 8,2% de 2004, significa que 11,2 milhões de pessoas viviam em situação de insegurança alimentar grave no país, segundo o instituto brasileiro de geografia e estatística (IBGE). Cerca de um milhão delas eram crianças de zero a quatro anos.
O conceito de insegurança alimentar grave, usado na pesquisa, significa que a falta de recursos para comprar alimentos acaba afetando até as crianças, que sofrem uma ruptura nos padrões de alimentação ou até a redução da quantidade de alimentos consumidos. A situação também ocorre quando algum indivíduo da família, seja ele criança ou não, fica o dia inteiro sem comer por falta de dinheiro para comprar comida.
Para obter os resultados, o IBGE aplicou um questionário com 14 perguntas aos domicílios entrevistados para a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Os moradores eram requisitados a responder às questões com base na experiência dos três meses anteriores à pesquisa.
Apesar de indicarem que o direito à alimentação adequada, previsto na Constituição, ainda não é integralmente respeitado no país, os dados revelam uma melhora em relação a 2004, data da realização da primeira edição da pesquisa.
65,8%
dos brasileiros foram considerados em segurança alimentar, ou seja, sem preocupações com o acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente.
20,9%
apresentaram insegurança alimentar leve, o que significa que ou eles ficaram com medo de que a comida acabasse antes de terem dinheiro para comprar mais ou tiveram uma alimentação de pior qualidade como forma de garantir o abastecimento na quantidade necessária.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Edson Nogueira Paim é promovido a Coronel (Danuza Peixoto)
Clique no seguinte LINK para ler a Portaria 84-DGP/DA PROM (EXÉRCITO), de 27 de outubro de 2010 (Diário Oficial da União, de 4 de novembro de 2010):
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=04/11/2010&jornal=2&pagina=13&totalArquivos=56
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